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Ciclo Microbiologia Clínica

Ciência que Cuida

Ciência que Cuida — Microbiologia Clínica

Um ciclo promovido pela SPPC para aproximar o conhecimento científico da prática clínica. Ao longo dos próximos meses, acompanhe um programa composto por um webinar, dois podcasts, um workshop presencial e um guia prático.

Webinar—Sépsis e diagnóstico de bacteriémias/fungémias

No dia 6 de outubro, às 17h30, a Patologia Clínica e a Medicina Intensiva encontram-se para debater a importância de um diagnóstico rápido e preciso no percurso do doente com sépsis.

Participação gratuita, mediante inscrição.

Revista Medicina Laboratorial - Nº9

Já está disponível o mais recente número da revista Medicina Laboratorial. Esta edição dá particular destaque ao XV Congresso Nacional de Patologia Clínica, reunindo a análise do encontro, os resumos dos trabalhos apresentados e artigos científicos que refletem a diversidade, a inovação e a relevância clínica da especialidade.

Uma edição dedicada à partilha de conhecimento e à valorização da Patologia Clínica enquanto elemento essencial de uma medicina cada vez mais integrada e centrada no doente.

PODCAST – Além do Tubo

1ª Série – Pontes de Diagnóstico

Disponível nos canais YouTube e Spotify da SPPC

Quem Somos?

Somos uma Sociedade Científica onde todos os Especialistas em Patologia Clínica e todos os Internos da Formação Específica de Patologia Clínica podem encontrar um fórum de discussão aberta sobre os mais diversos aspetos científicos que são abrangidos pela nossa Especialidade.

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Núcleo de Internos de Patologia Clínica

Protocolo SPPC | FCBM

A SPPC, centrada na sua missão de formação contínua e promoção da excelência científica, congratula-se de poder anunciar neste momento o protocolo estabelecido com a FCBM para o ano de 2023.

Recomendação da Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica

Núcleo de Imunologia

Serologia anti-SARS-CoV-2 / Pesquisa de anticorpos anti-SARS-CoV-2

A vacinação que decorre em território nacional coloca desafios importantes aos laboratórios de Patologia Clínica que fazem o despiste da presença de anticorpos anti SARS-CoV-2.

A resposta imunológica decorrente da infeção é composta por anticorpos que reconhecem os epitopos imunogénicos do vírus.

Até agora os reagentes disponíveis no mercado permitiam detetar essa resposta imunológica, quer utilizassem como antigénios as proteínas do domínio Spike (S1 e/ou S2), quer as do domínio da nucleocápside (N).

Com a vacinação e a decorrente resposta à estimulação antigénica por partículas da proteína S (Spike), proteína esta responsável pela ligação do vírus ao recetor de membrana ACE2 na célula hospedeira, surge a necessidade de detetar os anticorpos neutralizantes resultantes da imunização.

A Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica (SPPC) e o seu núcleo de Imunologia recomenda que os laboratórios de Patologia Clínica utilizem reagentes que permitam a deteção de anticorpos neutralizantes anti-proteína viral S (Spike) do SARS-CoV-2.

Acresce que é também imperativo que os laboratórios façam evidência da metodologia utilizada, bem como as caraterísticas do antigénio presente nos reagentes usados para o efeito.